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Um Guia Psicológico para Relações Afetuosas

Ah, o amor! Essa aventura emocional que nos faz sorrir como tolas/os e, ocasionalmente, questionar a lógica de nos apaixonar. O amor e o afeto são forças intrínsecas à condição humana, tecendo laços invisíveis que nos unem, como numa teia complexa de relações emocionais.


A função e papel do amor transcende o romântico e estende-se às relações familiares, amizades e conexões sociais. Estas emoções não são apenas experiências subjetivas, mas desempenham uma função crucial e vital na nossa saúde mental e no equilíbrio psicológico e emocional.




Como cultivar relacionamentos saudáveis?


  • Comunicação Assertiva e Não Violenta Num relacionamento, somos todos estrelas de um "talk show" diário. Mas cuidado com os monólogos! Expressar sentimentos de forma respeitosa e assertiva é a chave para manter o interesse. Nada de culpas ou críticas, apenas uma conversa construtiva digna de um programa noturno de sucesso. Lembre-se, na comunicação, ninguém quer ser o vilão da história!

  • Apreciar e Surpreender Sobre a arte de apreciar e surpreender, os elogios sinceros são como a banda sonora que estimula as interações. Mas, atenção, evite clichés! Surpreenda a(s) pessoa(s) com criatividade - arrisque e seja ousado/a!

  • Empatia, ou "Ponha-se no Lugar do Outro" A empatia é a estrela principal no "drama" das relações. Colocar-se no lugar do outro é um momento de compreensão, onde a chave é entender e validar as emoções do outro e evitar o desnecessário.

  • Resolução Construtiva de Conflitos Os conflitos fazem parte das relações e não é, per si, a ausência destes que indica "felicidade". É a forma como os enfrentamos que irá fazer a diferença: focar em soluções é a reviravolta que precisamos. Agendar conversas importantes pode ser uma estratégia para minimizar discussões impulsivas ou desnecessárias.

  • Crescimento Pessoal e Relacional Manter a individualidade, encorajar, apoiar e celebrar as metas individuais, projetos ou sonhos é parte desta caminhada onde, lado a lado, cada pessoa cresce e evolui.

Numa era de relacionamentos rápidos e superficiais, é crucial lembrar que o amor se desenrola ao longo do tempo, com gentileza e dedicação. Amar é a base para gerar vínculos com o meio e, nesse sentido, é importante estarmos atentas/os à forma como nos vinculamos.


Em exagero, podemos vincular-nos sem olhar se o outro é adequado ou sem nos conseguirmos diferenciar, levando a disfunções como a confluência, depressão ou co-dependência. Igualmente, de forma diminuta, podemos considerar uma incapacidade de intimidade ou de compromisso a longo prazo, devido à história anterior, por exemplo, de vivências de invasão, negligência ou abandono.


No processo emocional está implicada a "pessoa total" e sentir significa que estamos implicados em algo - aceitar a nossa vulnerabilidade, e a do outro, é também uma aprendizagem, que requer confiança e conexão.


Feliz dia dos afetos, com muitos risos, sorrisos e diversão!



Cofounder RUMO & Diretora Clínica

Especialista em Psicologia Clínica e da Saúde



Referências e Recursos:



Atlas das Emoções: The Ekmans' Atlas of Emotions


Damásio, A. (2003). Ao encontro de Espinosa. As emoções sociais e a neurologia do sentir. Portugal: Publicações Europa-América.


Greenberg, l. (2005). As emoções: nosso guia interior. S. Paulo. Paulos Editora


Polit, M. (2009). Emociones, sentimientos y necesidades. Una aproximación humanista. México: impreso por Ricardo J. Cruz



 

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